Programas recreativos em saúde mental: o caso do Equador
DOI:
https://doi.org/10.47197/retos.v69.116891Palavras-chave:
Ansiedade, emocional, infância, recreação, saúde mentalResumo
Introdução: A saúde mental infantil apresenta uma prevalência crescente de perturbações como a ansiedade, particularmente em ambientes escolares urbanos. Em resposta a esta situação, os programas recreativos surgiram como alternativas eficazes para promover o bem-estar psicológico, fortalecendo a autoestima, as competências sociais e a regulação emocional.
Objectivo: Medir o impacto de um programa recreativo no bem-estar psicológico de crianças com perturbações de ansiedade no Equador, considerando dimensões como a auto-estima, as competências sociais e a redução dos sintomas de ansiedade.
Metodologia: O estudo adotou um desenho quase experimental com uma abordagem de métodos mistos e âmbito explicativo. A amostra foi constituída por 40 crianças dos 8 aos 11 anos com diagnóstico de ansiedade ligeira a moderada. A Escala Multidimensional de Ansiedade para Crianças (CMAS-R) foi aplicada antes e depois de uma intervenção recreativa de seis semanas, composta por 18 sessões estruturadas. Além disso, foram realizadas entrevistas estruturadas a professores e psicólogos escolares para enriquecer a análise qualitativa. Resultados: Os resultados demonstraram uma redução significativa dos níveis de ansiedade, juntamente com melhorias na autoestima e nas competências sociais no grupo experimental em comparação com o grupo de controlo. Os dados qualitativos confirmaram estas melhorias, destacando o aumento da participação, da expressão emocional e da interação positiva com os pares.
Conclusões: O programa recreativo teve um impacto positivo no bem-estar psicológico das crianças. A sua implementação em ambientes escolares revelou-se eficaz e exequível. Recomenda-se que esta experiência seja replicada noutras instituições de ensino e que estudos futuros incluam amostras maiores e follow-ups longitudinais.
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